Aeroméxico devolve seu primeiro Boeing 787 depois de apenas sete anos

 

Trata-se do primeiro avião de longo curso que a Aeromexico retiró desde que a pandemia COVID-19 afetou as finanças da empresa.

A conectividade internacional da Aeroméxico foi dramaticamente impactada pelas restrições de viagens e pela demanda desanimadora de passageiros devido à pandemia COVID-19. Portanto, a companhia aérea teve que reinventar o uso de sua frota de longo curso. A aérea tinha uma frota de 19 Boeing 787 Dreamliners no final de 2020 – nove 787-8 e dez 787-9.

Aeroméxico tem usado essa frota para fazer conexões com destinos de longa distância, como Madrid, Barcelona, ​​Paris e Londres, na Europa; Tóquio, Seul, Xangai e outras cidades asiáticas, além de São Paulo. No entanto, agora a estamos vendo usar os Dreamliner em rotas domésticas.

Além disso, a companhia aérea está enfrentando uma reorganização financeira do Capítulo 11 nos Estados Unidos. Já reduziu o tamanho de sua frota, aposentando aeronaves mais antigas como o Embraer E170 e o Boeing 737-700. A frota da Aeroméxico passou de 130 aviões em janeiro de 2020 para 107 em dezembro.

A aérea ainda tem quatro Boeing 787-9 a serem recebidos e a maioria de seu pedido de 60 unidades do Boeing 737 MAX. Pelo menos dois Dreamliner, o XA-SSS e o XA-RRR, estão estacionados em Everett, esperando para serem entregues.

Foto: Divulgação

 

 

 

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