Boeing celebra cem anos com inovação e tecnologia

Empresa busca desenvolver seus produtos com a mais alta tecnologia e qualidade

Há cem anos, na época em que a fabricante norte-americana Boeing iniciava suas atividades, voar a bordo de uma aeronave era por si só considerado inovador. Hoje, embora continue encantando a maioria das pessoas, a aviação não é mais novidade. Comprometida com a constante inovação, a empresa busca produzir seus produtos com a mais alta tecnologia e qualidade. Como resultado, a marca muitas vezes dita tendências no mercado aeroespacial e, por meio de pesquisas, direciona o setor para o futuro. Um dos exemplos dessa atuação é o aperfeiçoamento do sistema de reabastecimento de aeronaves durante o voo, que visa a extensão do alcance e da distância de apoio militar. Durante o mais novo processo de reabastecimento 3D, a Boeing bombeia o combustível a uma taxa de 4.500 litros por minuto. Um operador é responsável por certificar-se de que a carga de transferência não comprometa a aeronave a ser abastecida. Ele acompanha o processo da Estação do Operador de Reabastecimento Aéreo (AROS) com o auxílio de câmeras capazes de proporcionar inclusive visão noturna. A fabricante também está apta a reabastecer qualquer um de seus clientes da OTAN ou aliados por meio de seu sistema de sonda e cesta. Durante o processo, o operador de reabastecimento utiliza um óculos 3D, que proporciona a percepção de profundidade e garante a precisão da ação. Tudo isso permite à Força Aérea voar e reabastecer aeronaves em qualquer condição de iluminação e tempo. Já para garantir a eficiência dos voos do 737, a Boeing desenvolveu o Winglet, um dispositivo utilizado para melhorar a característica aerodinâmica da asa como um todo. O Winglet auxilia a asa a suportar a carga, podendo registrar uma melhoria de 3,5% a 4% dependendo da duração da missão. Por meio da nova composição aerodinâmica, a empresa também está buscando uma melhoria de até 1,5% no consumo de combustível. A mudança que a asa de tecnologia avançada promove é uma ruptura radical com o que a fabricante fez no passado. Por meio dela, companhias aéreas do mundo todo poderão economizar milhões em combustível, as emissões de carbono serão fortemente reduzidas e o impacto ambiental será substancial, visto que o modelo 737 é um dos mais utilizados na aviação comercial. Outra inovação promovida pela marca é a cabine de pilotagem de cristal, uma tela que substitui os mostradores analógicos e os botões do passado. Devido às condições hostis do ambiente aeroespacial, considerando vibrações, condições de temperatura e exigências de carga, a Boeing realiza um processo detalhado com fases de concepção e testes antes de oferecer um produto na linha de produção. Imagine uma cabine de pilotagem antiga, com mais de 100 botões que o piloto tem que conhecer. De um ponto de vista de consciência situacional, a cabine de cristal é bem mais fácil para o piloto, porque todos os sinais são integrados em um espaço. Essa tecnologia é mais leve, mais fácil de manter e mais confiável. O piloto tem mais informações para pilotar o avião com segurança e manter os padrões de segurança. A Boeing também está desenvolvendo o Echo Ranger, um submarino não tripulado. Intrigada com o fato de os oceanos terem 80% a 90% de sua amplitude inexplorada, a empresa tem estudado o aperfeiçoamento de Veículos Subaquáticos Não Tripulados (VSNT), para que sejam capazes de mergulhar em locais como a Fossa das Marianas, a 9.000 metros de profundidade e possam ter acesso a ambientes nunca explorados antes; o que seria excelente para a ciência. Os submarinos atuais não chegam nem perto dessas profundidades. Cada uma dessas inovações revela o engajamento da marca com a inovação e o aperfeiçoamento constante de tecnologias, almejando a evolução da ciência e da sociedade. Mais informações no portal www.boeing.com.

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