Delta anuncia novas medidas para enfrentar a crise do COVID-19

Companhia vai manter em solo pelo menos 600 aeronaves e acelerar a aposentadoria de modelos mais antigos, como os MD-88/90 e alguns Boeing 767

A companhia aérea Delta Air Lines anunciou que à medida que a pandemia de COVID-19 progride globalmente, seu impacto nos negócios continua a crescer. Após a emergência nacional declarada pelo presidente dos EUA, a demanda por viagens caiu significativamente. A receita para o mês de março deve diminuir quase US$ 2 bilhões em relação ao ano passado, com a projeção para abril caindo ainda mais. Dessa forma, a empresa continuará fazendo reduções significativas de capacidade com uma retração de 70% em todo o sistema planejada até que a demanda comece a se recuperar. A operação internacional terá a maior redução, com mais de 80% de voos reduzidos nos próximos dois a três meses. Além disso, todos os funcionários da Delta terão um corte de 50% nos salários até 30 de junho, com diretores e diretores administrativos cortando 25% no mesmo período. Por outro lado, a transportadora está reduzindo o tamanho da frota ativa, mantendo em solo pelo menos 600 aeronaves e acelerando a aposentadoria de modelos mais antigos, como os MD-88/90 e alguns Boeing 767. A companhia também decidiu reduzir qualquer gasto de manutenção que não seja necessário para apoiar a segurança das operações. Foto: Paulo Berger

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