Delta não aceita mais animais de apoio emocional na cabine de passageiros

 

A política atualizada da companhia segue uma determinação emitida em dezembro de 2020 pelo Departamento de Transportes dos Estados Unidos (DOT, na sigla em inglês), que afirma que as transportadoras não são mais obrigadas a reconhecer pets de apoio emocional como animais de serviço.

“Aplaudimos o DOT por fazer essa mudança e reconhecer as preocupações que a Delta e outras partes interessadas levantaram nos últimos anos”, disse a vice-presidente sênior de Serviço de Bordo, Allison Ausband. “A determinação do DOT permite que as companhias aéreas coloquem a segurança de todos os funcionários e clientes em primeiro lugar, à medida em que protege os direitos dos passageiros que precisam viajar com animais de serviço treinados”.

 Consideram-se animais de serviço treinados os cães, independentemente da raça, especificamente ensinados para ajudar uma pessoa com deficiência.

Os passageiros que viajam com cachorro (s) de serviço treinado (s) devem enviar documentação DOT, por meio do site da empresa, atestando a saúde, o adestramento e o comportamento do cão 48 horas antes da partida. Se o voo for reservado menos de 48 horas antes da viagem, o cliente pode apresentar a documentação em um ponto de venda de bilhetes ou no portão de embarque.

A Delta continuará a negar o embarque a qualquer animal de serviço treinado que represente uma ameaça ou demonstre comportamento agressivo ou inadequado em um ambiente público.

“A política atualizada da Delta vem na esteira de um aumento de quase 85% nos incidentes com animais desde 2016, incluindo urinar, defecar e morder”, disse o vice-presidente sênior de Segurança e Proteção Corporativa, David Garrison. “Nossa prioridade máxima é a saúde, a segurança e o conforto dos clientes e de nosso pessoal. Acreditamos fortemente que essa mudança irá melhorar a experiência geral de viagem para todos”.

 Foto: Divulgação

 

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