Especialistas defendem padrões internacionais para franquia de bagagem

Estudo da ABEAR mostra que uma redução de 10% no valor tarifa incorpora 14% a mais de passageiros

Pesquisa de mercado realizada pela Agência Nacional de Avião Civil constatou que apenas quatro países no mundo ainda estão regulando a franquia de bagagem dos passageiros. São eles: Venezuela, Rússia, México e Brasil. Já nos Estados Unidos, França, Espanha, Inglaterra, Argentina e praticamente todos os outros países com aviação, os passageiros que se deslocam sem bagagem não são obrigados a arcar com os custos de quem prefere ou precisa viajar com mala grande. O estudo, que subsidia a revisão das Condições Gerais de Transporte Aéreo (CGTA), foi apresentado em audiência realizada na Seccional da Ordem dos Advogados do Brasil do Distrito Federal. O evento foi promovido pela Comissão de Assuntos Regulatórios da Ordem e reuniu técnicos da ANAC, especialistas em regulamentação e associados da entidade. A proposta para revisão da CGTA está sendo discutida há quatro anos e deverá ser apresentada à sociedade ainda em 2016. A ANAC propõe a equiparação da regra nacional às praticadas no restante do mundo. A franquia mínima de bagagem de mão subiria de 5 quilos para 10 quilos. Levantamento da ABEAR mostra que em média, uma redução de 10% no valor tarifa incorpora 14% a mais de passageiros nas aeronaves. Hoje, dois terços dos passageiros nacionais viajam sem bagagem ou com bagagem de mão. Mais informações no portal www.abear.com.br.

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