Lucro operacional da Gol cresce 92,7% e alcança R$ 42,8 milhões no 2º trimestre

Margem operacional no período de 1,8% é a maior dos últimos 8 anos

A companhia aérea Gol anunciou o resultado consolidado do segundo trimestre de 2018, com um lucro operacional de R$ 42,8 milhões, representando margem operacional de 1,8%. Esse resultado significa um crescimento de 92,7% em relação ao mesmo período do ano passado e também a maior margem em um segundo trimestre desde 2010. O balanço consolida o momento positivo da empresa, com destaque para a melhoria significativa nos indicadores operacionais, forte crescimento na receita, cenário de custo controlado, expansão das margens e fortalecimento do balanço. Como resultado de uma estratégia eficiente do negócio, baseada em melhorias de indicadores operacionais e um cenário de custos controlados, a Gol relata o EBITDA trimestral, lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização de R$ 207,9 milhões no 2º trimestre de 2018. A combinação de maior demanda com eficiência na gestão da frota resultou em R$ 2,4 bilhões de receita líquida, um incremento de 9% em relação ao mesmo período do ano anterior. No segundo trimestre deste ano, a Gol atingiu o índice de 93,6% dos mais de 58 mil voos da empresa decolando no horário, segundo dados da Infraero. Mantendo sua disciplina quanto à gestão da capacidade, além da contínua otimização da malha aérea, a taxa de ocupação foi de 78,1%, aumento de 0,2 ponto percentual em relação ao mesmo período de 2017. O número de passageiros pagantes transportados por quilômetro voado trimestral teve aumento de 2,5% (passando de 8,1 bilhões para 8,3 bilhões no 2º trimestre de 2018). Ao longo do ano, a Gol manterá foco na otimização da utilização da sua frota, objetivando capturar novos ganhos de produtividade e eficiência por meio da incorporação dos novos 737 MAX 8 durante o segundo semestre. Com isso, a Gol fortalecerá sua vantagem de custo, uma vez que em base unitária, o MAX consome aproximadamente 15% menos combustível em relação ao modelo 737-800. No trimestre, a relação dívida líquida (ex-bônus perpétuos) por EBITDA UDM melhorou para 2,9x, em comparação ao mesmo período de 2017 (4,2x), e a liquidez total foi de R$ 3 bilhões, um aumento de 70,6% (R$ 1,3 bilhão) em relação a 30 de junho de 2017. Foto: Arthur Gulmini

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