Panamá: a união faz a força

 

Restaurar e fortalecer a conectividade aérea no Panamá é a forma de reanimar a indústria do turismo local, que tenta abrir suas asas à medida que o mundo avança na luta contra a pandemia e o Covid-19 é neutralizado com o processo de vacinação.

De acordo com Pablo De La Guardia, o novo presidente da Associação das Linhas Aéreas do Panamá (ALAP), “a pandemia Covid-19 é, sem dúvida, a maior crise que enfrentamos como indústria de transporte aéreo. Segundo estudo da Oxford Economics, antes da pandemia, a aviação e o transporte aéreo contribuíam – direta e indiretamente – com 238 mil empregos e 8,5 bilhões de dólares de contribuição econômica. Em outras palavras, o setor contribuiu com 14% do produto interno bruto do Panamá. A Associação Internacional de Transporte Aéreo (IATA) publicou recentemente dados que indicam que a pandemia colocou 151.900 empregos em risco e uma perda de 3.400 milhões de contribuições econômicas para o PIB do Panamá.”

“Protocolos de biossegurança rígidos têm demonstrado funcionar e proteger os passageiros e o país. É importante continuarmos a consolidar o trabalho de todos para assegurar que o Panamá continue recuperando sua indústria de aviação e sua conectividade como país”, declarou De La Guardia.

Diversas previsões indicam que os níveis de operações aéreas de 2019 não se recuperarão até 2024 ou 2025. Mesmo assim, o Panamá apresentou uma recuperação importante desde a abertura total do transporte aéreo em outubro de 2020, atingindo hoje cerca de 30% dos voos comparados a tempos pré-pandêmicos. No entanto, ainda existe um ambiente desafiador e complicado com muitas incertezas. A posição da ALAP é trabalhar em equipe com as autoridades, o aeroporto de Tocumen e outros sindicatos, para garantir que nosso país recupere a liderança.

Foto: Divulgação

 

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