Programa de Aviação Regional pode criar cerca de 120 mil postos de trabalho

Estimativa é de que essas vagas surjam até a total implantação do programa

Pelo menos 120 mil empregos diretos, indiretos e induzidos devem surgir com a implantação do programa de Desenvolvimento da Aviação Regional no País. É o que estima a Secretaria de Aviação Civil depois que os 270 aeroportos previstos no programa estiverem em pleno funcionamento. Esse total considera um aeroporto como polo de desenvolvimento local, ou seja, a implantação de um aeródromo numa cidade implica no fortalecimento do turismo, hotelaria, estrutura de serviços de uma cidade e etc. Dentro desse universo, com foco na aviação comercial e no consequente incremento da operação da aviação geral, devem surgir cerca de 30 mil postos de trabalho imediatos em diversas categorias profissionais. São funções típicas da operação aeroportuária, como coordenação do terminal, manutenção, apoio administrativo e financeiro, bombeiros de aeródromo, segurança patrimonial, limpeza, profissionais de navegação aérea e agentes de proteção da aviação civil. Para essas 30 mil ocupações, surgirão outras 90 mil vagas que consideram outros postos indiretos ou induzidos que precisam ser criados, como ampliação do quadro de atendimento das companhias aéreas que atuarão nesses terminais, criação de áreas comerciais (restaurantes e lanchonetes, bancas de revistas, locadoras de carros), comissaria, auxílio de rampa (retirada de bagagens), transporte de táxi, órgãos públicos, entre outros. O programa prevê investimentos superiores a R$ 7,3 bilhões nos 270 aeroportos e consiste no fortalecimento e reestruturação da rede de aviação regional brasileira, com expansão da oferta de transporte aéreo e melhorias na qualidade da infraestrutura e dos serviços aeroportuários, por meio de concessões administrativas. Mais informações no portal www.aviacaocivil.gov.br. Foto: Paulo Berger

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