Teca de Belém registra crescimento de exportações em 2016

Voos diretos para Miami e Lisboa, novas oportunidades de negócios e a alta do dólar estão entre os principais fatores positivos

A Infraero anunciou que o terminal de logística de carga do Aeroporto Internacional de Belém/PA registrou crescimento de 3,7% no volume de exportações em 2016 na comparação com o ano anterior. A operação de voos diretos ligando a capital Belém a Miami e a Lisboa, novas oportunidades de negócios e a alta do dólar em relação à moeda brasileira estão entre os principais fatores responsáveis por esse resultado positivo. No total, foram processadas cerca de 628 toneladas de cargas, ante as 605 toneladas computadas em 2015. Na lista de itens que lideram as exportações, estão peixes ornamentais – responsável por 45% do volume exportado; bexiga de peixe, com 33%, e polpa de açaí, com 11% dos negócios. Atualmente, o maior volume de polpa vai para os Estados Unidos. Já a bexiga de peixe tem boa entrada em Hong Kong. Esse país também é um dos destinos do peixe ornamental, caracterizado como “animal vivo”, além de outros centros consumidores no mercado asiático, como ilha de Taiwan, China, Tailândia, Malásia e, ainda Reino Unido, na Europa. Em relação aos itens importados, majoritariamente, são do setor metal-mecânico, como peças ou partes de equipamentos direcionados para o polo siderúrgico de Barcarena, no estado; para empresas exploradoras de recursos minerais; equipamentos médico-hospitalares; de informática e eletrônicos. Além do Pará, o terminal de cargas de Belém atende ainda empresas dos estados do Maranhão e do Amapá. A capacidade de armazenamento do local para cargas comuns é de até 100 toneladas, envolvendo mercadorias soltas e de diversos tipos. No caso de cargas refrigeradas (entre 3 e 8ºC) – há espaço de até 35 m³ – que podem ser armazenadas em três câmaras frigoríficas. Atualmente, trabalham dez empregados no Teca, todos do quadro da Infraero.

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