Dassault Aviation e a Índia

 

Diante de denúncias veiculadas na imprensa sobre o contrato assinado em 2016 com a Índia para o fornecimento de 36 aeronaves de combate Rafale, um porta-voz da Dassault Aviation aponta o seguinte:

– Vários controles são realizados por organizações oficiais, incluindo a Agência Francesa de Anticorrupção. Nenhuma violação foi relatada, principalmente no âmbito do contrato com a Índia para a aquisição de 36 Rafale.

– A Dassault Aviation deseja reiterar que atua em estrita conformidade com a Convenção Anti-Suborno da OCDE e as leis nacionais, em particular a lei de 9 de dezembro de 2016 conhecida como Sapin 2.

– Desde o início dos anos 2000, a Dassault Aviation implementou rígidos procedimentos internos para prevenir a corrupção, garantindo a integridade, a ética e a reputação da empresa em suas relações industriais e comerciais. No âmbito da lei Sapin 2, a empresa concluiu e reforçou o seu sistema de prevenção e detecção da corrupção e tráfico de influências, tanto ao nível da empresa-mãe como das suas subsidiárias.

– O contrato com a Índia para a aquisição de 36 Rafales foi estabelecido em uma base de governo para governo. As aeronaves foram entregues de acordo com o cronograma, apesar da crise de saúde do COVID-19, e atendem plenamente às necessidades de segurança das autoridades indianas.

Foto: Dassault

 

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