FAB realiza certificação de equipamentos e trajes utilizados em ameaças DQBRN

Processo de aprovação envolve diversos órgãos e ainda vai passar por outras etapas

A Força Aérea Brasileira finalizou mais uma etapa da preparação para os Jogos Olímpicos 2016. Faltando pouco mais de três meses para o início do evento esportivo, foi a vez de certificar os trajes utilizados por pilotos e tripulação de voo em casos de ameaças químicas, biológicas, radiológicas e nucleares, conhecidas pela sigla QBRN. A ação ocorreu na Base Aérea dos Afonsos, no Rio de Janeiro/RJ. O traje especial é fabricado na Alemanha e tem características de isolamento para proteção dos militares. É composto por luvas, sobrebute (proteção que vai acima do calçado), macacão e máscara. Essa última possui um microfone para facilitar a comunicação através da fonia do avião. Os equipamentos foram utilizados por pilotos e engenheiros de prova do Instituto de Pesquisas e Ensaios em Voo (IPEV). A função deles é checar todos os movimentos operacionais realizados pelo piloto da aeronave e ver se o traje não vai atrapalhar durante as atividades. São realizados diversos movimentos, que vão desde inspeção externa da aeronave até a movimentação da cabeça na cabine em casos de voo em ambiente noturno. O processo de certificação dos trajes ainda não foi concluído e deve passar por novas fases, uma vez que envolve outras unidades militares. O objetivo é que todos os critérios de certificação sejam avaliados e reavaliados para garantir a segurança da tripulação. Foto: CECOMSAER

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