Futuro operacional de Aeronaves Remotamente Pilotadas é discutido em seminário

Objetivo é a coleta de informações para desenvolvimento de projetos futuros

A Força Aérea Brasileira debateu o futuro operacional das Aeronaves Remotamente Pilotadas durante o 1° Seminário Internacional “ARP em Combate”, realizado em Brasília/DF. Cerca de 120 oficiais das Forças Armadas e integrantes do Ministério da Defesa assistiram a palestras do Estado-Maior da Aeronáutica e das seguintes empresas ligadas à aviação: a sueca SAAB, as israelenses IAI, Elbit e Rafael; e a italiana Leonardo. Foram demonstrados, principalmente, os desafios e tendências no emprego dessa aeronave. A elaboração de regras para a inserção do ARP no espaço aéreo civil e o desenvolvimento de sistemas para tornar a aeronave autônoma e com facilidade na tomada de decisões foram alguns dos temas principais. O objetivo da FAB, que possui dois tipos de aparelhos do tipo (o Hermes 900 e o 450), foi coletar informações sobre os pequenos aviões sem tripulantes projetados para integrar, de forma mais intensa, a aviação militar do futuro. Foram discutidos tópicos como operações conjuntas de ARPs, aquisição e operação de armamentos e operações logísticas em aeronaves remotamente pilotadas. Também chegou a ser debatido como serão as operações aéreas da FAB a partir do momento que o Gripen entrar em serviço no País, em 2019. Mais informações no portal www.fab.mil. Foto: CECOMSAER

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