Futuros pilotos de combate da FAB iniciam cursos de especialização em Natal/RN

Aspirantes terão um ano de instruções nas aviações de caça, transporte e asas rotativas

Para os Aspirantes a Aviador da Força Aérea, formados pela Academia da Força Aérea no ano passado, a sensação que paira neste momento é de ansiedade e expectativa pelo desconhecido. O grupo está em Natal/RN para o programa de especialização operacional na aviação de combate escolhida, seja caça, asas rotativas, transporte, patrulha ou reconhecimento. Após um ano, serão formados pilotos de combate da FAB, a preparação necessária para integrar as unidades operacionais espalhadas pelo Brasil. O PESOP é coordenado pela Ala 10 e realizado pelo Grupo de Instrução Tática e Especializada (GITE) e pelas três unidades aéreas sediadas em Natal: Esquadrão Joker, que prepara os pilotos da aviação de caça; Esquadrão Rumba, que capacita os pilotos de transporte, patrulha e reconhecimento; e o Esquadrão Gavião, responsável pela formação dos pilotos de asas rotativas. De janeiro a março, os estagiários passam pelo Curso de Tática Aérea no GITE, em que aprendem os princípios e orientações teóricas necessárias para atuar em combate. Em seguida, inicia-se o treinamento prático nas unidades aéreas. Os voos de instrução iniciaram na primeira semana de abril, após os alunos aprenderem noções teóricas sobre a aeronave e as missões que desempenharão na aviação que escolheram. Os voos se iniciam após os alunos aprenderem noções teóricas sobre a aeronave e as missões que desempenharão na aviação que escolheram. Além disso, para as aviações de caça e transporte os alunos devem ainda, passar nos testes de simulador antes de realizarem os voos reais.
Para cada missão aérea há um cuidadoso processo de preparação que deve fazer parte da rotina do piloto e que é ensinado e avaliado durante as instruções aéreas. Tudo se inicia pelo briefing, que ocorre com a equipe que integra o voo e é comandado pelo instrutor da missão. Após isso, os pilotos devem se equipar e realizar o aceite da aeronave e briefing com a tripulação. Já no pátio são feitas as inspeções externa e interna da aeronave e então é iniciada a comunicação com os órgãos de controle de tráfego aéreo para autorização da decolagem. Após a aterrissagem, ocorre o debriefing, quando é feita a avaliação do piloto em instrução. Os próximos desafios serão o voo solo e a adaptação às missões específicas de cada aviação. Somente após serem aprovados em todas essas etapas, eles poderão ser considerados pilotos de combate da Força Aérea Brasileira. Mais informações no portal www.fab.mil.br. Foto: CECOMSAER

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