Uruguai está estudando aquisição de caças leves

Os antigos Cessna A-37B Dragonfly da FAU (Fuerza Aérea Uruguaya), da década de 1960, deverão ser substituídos e as autoridades militares do país vizinho estão estudando algumas opções na categoria de jatos leves novos e equipados com radar: o chinês L-15B, o coreano FA-50 (ou o sueco Gripen C) e o italiano M-346FA.

Talvez pela relação do Uruguai com a Itália, fornecedora dos seus bipostos de treinamento Aermacchi SF-260EU, o governo uruguaio parece preferir o M-346FA. Além disso, o jato italiano possui uma avançada tecnologia embarcada, longa vida útil da célula e do motor (8.000 e 4.000 horas, respectivamente) e baixo custo por hora de voo.

A aquisição do jato italiano representaria ter um avião ágil, moderno, com ótimas capacidades de combate e de realizar missões BVR (Beyond Visual Range, ou Além do Alcance Visual), com uma vida útil de aproximadamente 40 anos, com apenas uma troca de motor. A ideia parece ser a de adquirir um pacote de seis aeronaves com opção para mais seis.

O FA (Fighter Attack / Caça e Ataque) é uma nova versão do treinador bimotor avançado Aermacchi M-346, projetado e fabricado pela Divisão de Aeronaves de Leonardo. É uma evolução da versão FT (Fighter Trainer / Caça e Treinamento) de função dupla, projetada para atender aos crescentes e diversificados requisitos operacionais das Forças Aéreas.

 

 

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