Boeing divulga números do quarto trimestre e de 2019

Receita no trimestre de aviões comerciais foi de US$ 7,5 bilhões e a margem operacional caiu para 38,1%, refletindo menos entregas

A fabricante norte-americana Boeing registrou receita no quarto trimestre de US$ 17,9 bilhões, perda por ação GAAP de US$ 1,79 e perda por ação principal não-GAAP de US$ 2,33, refletindo principalmente os impactos da manutenção em solo do modelo 737 MAX. A empresa registrou um fluxo de caixa operacional de US$ 2,2 bilhões e pagou US$ 1,2 bilhão em dividendos. A receita no quarto trimestre de aviões comerciais foi de US$ 7,5 bilhões e a margem operacional caiu para 38,1%, refletindo menos entregas e um encargo antes dos impostos de US$ 2,6 bilhões relacionado a possíveis concessões estimadas e outras considerações para clientes relacionados ao 737 MAX. A divisão entregou 79 aviões durante o trimestre, incluindo 45 jatos 787 e recebeu pedidos para 30 aeronaves 737 MAX e dois 777F. O programa 787 também registrou 36 pedidos líquidos no trimestre. Conforme anunciado anteriormente, a taxa de produção do Dreamliner será reduzida da taxa atual de 14 aviões por mês para 12 unidades no final de 2020. Com base no ambiente atual e nas perspectivas de mercado de curto prazo, espera-se que a taxa de produção seja ajustada ainda mais para dez aviões por mês no início de 2021 e retorne para 12 exemplares em 2023. A carteira de pedidos de aviões comerciais incluiu mais de 5.400 aviões avaliados em US$ 377 bilhões. Por outro lado, o prejuízo líquido em 2019 atingiu US$ 636 milhões, ao contrário dos 10,4 bilhões de lucro registrados no ano anterior. A receita anual da Boeing foi de US$ 76,5 bilhões, uma queda de 24% em relação ao mesmo período de 2018. Já o prejuízo operacional foi de US$ 1,97 bilhão, bem diferente dos US$ 11,9 bilhões de lucro registrados no ano anterior. Mais informações no portal www.boeing.com.

Share on facebook
Facebook
Share on twitter
Twitter
Share on linkedin
LinkedIn