Boeing

Receita aumentou para US$ 25,1 bilhões impulsionada pelo maior volume de defesa e serviços

A fabricante norte-americana Boeing registrou receita de US$ 25,1 bilhões no terceiro trimestre de 2018, impulsionada pelo maior volume de defesa e crescimento de serviços. Os ganhos GAAP por ação aumentaram para US$ 4,07 e os ganhos por ação (não GAAP) aumentaram para US$ 3,58, impulsionados principalmente pelo forte desempenho operacional da divisão de aviões comerciais e um benefício fiscal relacionado a uma liquidação de impostos (US$ 0,71 por ação). Os resultados também refletem as despesas relacionadas aos investimentos planejados nos programas TX Trainer e MQ-25 (US$ 0,93 por ação). A empresa registrou um forte fluxo de caixa operacional de US$ 4,6 bilhões, recomprou US$ 2,5 bilhões de ações e pagou US$ 10,0 bilhões de dividendos. Durante o trimestre, a empresa entregou 190 aviões comerciais, incluindo 57 jatos 737 MAX. O programa do modelo 777X continua em desenvolvimento para entrega em 2020, com o avião de teste estático tendo sido concluído e passando para a configuração de avaliação e os dois primeiros protótipos de voo já em produção. A divisão registrou 171 pedidos líquidos durante o trimestre, avaliados em US$ 13 bilhões. O programa do 787 Dreamliner recebeu mais de 100 pedidos durante este ano e quase 1.400 pedidos desde o lançamento. O backlog continua robusto, com mais de 5.800 aviões avaliados em US$ 413 bilhões. Durante o trimestre, a divisão de Defesa, Espaço e Segurança ganhou contratos importantes do programa TX Trainer e o helicóptero MH-139 para a Força Aérea dos EUA, além do MQ-25 para a Marinha e o quarto lote de produção do jato reabastecedor KC-46. No período, a divisão de serviços recebeu contratos de treinamento para o modelo P-8 para a Marinha dos EUA e a Força Aérea Australiana, recebeu um pedido da GECAS para 20 jatos 737-800 convertidos para carga e completou o primeiro teste de manutenção pesada do P-8A. Mais informações no portal www.boeing.com.