Brasil adota padrão Cargo-XML trazendo mais eficiência para toda a cadeia logística

Decisão insere o país no rol dos mais avançados em termos de processos e intercâmbio de dados no comércio mundial

A Associação Internacional de Transporte Aéreo felicita a Comissão Nacional de Autoridades Aeroportuárias (CONAERO), organismo que coordena os diversos órgãos públicos e instituições diretamente envolvidas com as atividades nos aeroportos brasileiros, pela adoção da resolução que recomenda o padrão Cargo-XML da IATA para transmissão de mensagens eletrônicas entre os órgãos de controle do Estado, tais como Receita Federal do Brasil, Anvisa e Vigiagro, empresas aéreas e as demais partes interessadas na cadeia logística de carga aérea. Com esta decisão, a CONAERO insere o Brasil no rol dos países mais avançados em termos de processos e intercâmbio de dados no comércio mundial. Essa padronização de dados torna a comunicação eletrônica mais ágil, simples e eficiente. Além disso, incorpora o país às melhores práticas internacionais reduzindo os custos de processamento e o tempo de trânsito das mercadorias, estimulando assim o crescimento do comércio e o ganho de competitividade no mercado global. O padrão Cargo-XML, desenvolvido pela IATA em colaboração com a Organização Mundial de Aduanas (OMA) e demais atores da cadeia produtiva, é o padrão mais moderno e adotado pela indústria, oferecendo os seguintes benefícios: padrão universalmente aceito e em constante evolução para incorporar as necessidades de seus participantes; compatível com as recomendações de outros órgãos da indústria, tais como a OMA, e adotado pelas alfândegas dos Estados Unidos, Argentina, México, Paraguai e em processo de adoção pela Bolívia; a integração do Cargo-XML da IATA com o sistema ASYCUDA da UNCTAD permite o intercâmbio de dados de exportadores brasileiros com mais de 90 países; facilitação na implementação do e-Freight, eliminando a necessidade de documentação comercial em papel; permite a expansão da participação no e-commerce por parte das pequenas e médias empresas nacionais em toda a cadeia logística; e disponibilidade de dados antecipados, apoiando os processos de segurança ao longo da cadeia de transporte. Foto: Alex Sandro V. Barbosa

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