IATA pede ao governo argentino que reconsidere o imposto adicional de 35% sobre passagens internacionais

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País já impõe impostos substanciais sobre bilhetes vendidos para viagens ao exterior

A Associação Internacional de Transporte Aéreo (IATA) instou o governo argentino a reconsiderar com urgência o imposto adicional de 35% que incide sobre as passagens aéreas internacionais vendidas no país com efeito imediato. A Argentina já impõe impostos substanciais sobre as passagens aéreas internacionais vendidas no país. A suspensão da aviação local por mais de seis meses, já levou ao fechamento de uma companhia aérea nacional e de três internacionais que anunciaram que não voltarão ao mercado depois que os voos forem retomados. Isso terá um impacto significativo na conectividade aérea e a imposição do novo imposto diminuirá ainda mais a atratividade do país para empresas aéreas e turistas. A IATA prevê que a demanda no mercado argentino em 2020 cairá pelo menos 67% em relação ao ano anterior. Com isso, as receitas das transportadoras geradas pelo mercado cairão US$ 3,26 bilhões, colocando em risco 19.820 empregos diretos e diminuindo a contribuição da aviação ao PIB do país em US$ 1,63 bilhão. A IATA opõe-se veementemente a qualquer forma de imposto ou taxa em que a receita resultante não seja reinvestida na indústria da aviação e tenha como objetivo meramente aumentar as receitas do governo geral. A medida contradiz diretamente as políticas tributárias aceitas publicadas pela Organização da Aviação Civil Internacional (ICAO), agência especializada das Nações Unidas. Mais informações no portal www.iata.org.

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