Imposto sobre leasing de aeronaves compromete medidas recentes de estímulo à aviação

ABEAR trabalha com todos os interessados em uma aviação competitiva e cada vez mais acessível a todos para rever a medida já em 2020

A Associação Brasileira das Empresas Aéreas entende que a Medida Provisória nº 907 publicada no Diário Oficial da União, impondo  (em consequência do que está determinado na Lei de Diretrizes Orçamentárias elaborada ainda em 2018) alíquota gradual de 1,5% de Imposto de Renda Retido na Fonte (IRRF) sobre o leasing de aeronaves e motores, vai na contramão das iniciativas de estímulo ao desenvolvimento da aviação comercial brasileira e de alinhamento aos parâmetros internacionais para que haja mais competitividade. Somada a um momento em que o dólar, responsável por mais da metade dos custos do setor, registra recordes sucessivos de valorização diante do real, essa tributação pode chegar a representar um impacto adicional de R$ 79 milhões, em 2020. A ABEAR reconhece os esforços dos Ministérios do Turismo e da Infraestrutura para manter a política de isenção de IRRF sobre o leasing de aviões e motores praticada há anos no Brasil e em quase todo o mundo, onde não se tributa as operações desse tipo de arrendamento. A associação trabalha com todos os interessados em uma aviação competitiva e cada vez mais acessível a todos para rever a medida já em 2020. 

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