Qual será o futuro do Boeing 777X?

Que o ano de 2020 foi catastrófico para os fabricantes de grandes aviões comerciais não é novidade para ninguém. Todos os quadrimotores foram ou estão deixando de ser fabricados, assim como muitos bijatos wide-body que estão sendo substituídos por outros equipados com novos motores muito mais econômicos.

Airbus, com seu A350, vai muito bem, apesar da concorrência do Boeing 787-8, que é menor e tem menos alcance, assim como o 787-10 que seria maior, pois o A350 concorre diretamente com o atual Boeing 777, que fica muito para atrás no quesito economia de combustível, além da tecnologia e o conforto da da insuperável cabine de passageiros.

A solução da Boeing é o 777X. Com ele, o fabricante norte-americano, que chegou a descontinuar seu desenvolvimento, poderia quase concorrer nas vendas com o jato europeu, no que se refere a preço.

Apesar das poucas vendas, Airbus não deixará de fabricar o A330neo, para que a Boeing segure os preços do 787.

Mas as perspectivas do 777-X não são das melhores. Apesar das mais de 350 encomendas mais ou menos firmes, algumas

companhias aéreas, como a Emirates, parecem estar se voltando para o 787 e o A350.

 

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