Tráfego aéreo de passageiros no Chile ficou reduzido ao mínimo em maio

Mercado registrou uma queda de 94,6% no número de viajantes em operações domésticas e internacionais em comparação com o mesmo mês do ano anterior

Com 107.416 passageiros transportados, maio registrou uma queda de 94,6% no número de viajantes em operações domésticas e internacionais em comparação com o mesmo mês do ano anterior no Chile. Em conformidade com o relatado em abril, o comportamento do transporte aéreo no período permaneceu inalterado, com uma parada quase total de voos internacionais e redução de operações domésticas. No período de janeiro a maio, foram mobilizados 6.838.829 passageiros, o que em comparação com o mesmo período de 2019 representa uma queda de 40,1%. Com 9.894 viajantes, os voos internacionais registraram queda histórica de 98,9% em maio. O Chile, juntamente com o Brasil e o México, são os únicos três países da América Latina que mantiveram voos nacionais no mês, embora com operações limitadas. A LATAM indicou uma redução de seus serviços para apenas nove cidades, enquanto a JetSMART aumentou as operações com 14 rotas ativas, tornando-se uma catalisadora para o tráfego de passageiros no país. A SKY manteve as operações regulares suspensas, embora tenha feito alguns voos fretados para a mineração. Como reflexo do exposto, o transporte doméstico de passageiros caiu 91,2% em maio, com 97.522 passageiros. No período de janeiro a maio, foi relatado um movimento de 4.275.858 passageiros, com queda de 34,6% em relação ao mesmo período do ano passado. Devido ao aumento das operações, a JetSMART aumentou sua participação de mercado para 36,8%. Em primeiro lugar, apareceu a LATAM com 44,8%, enquanto a SKY ficou em terceiro com 15,8% por não realizar operações domésticas regulares. Mais atrás apareceu a Aerovías DAP com uma participação de mercado de 2,6%. A ONE Airlines não está mais presente no mercado aéreo chileno depois que seu conselho decretou o fechamento da empresa no último 24 de junho. Entre as razões apontadas estão a oferta de voos charter pela concorrência, restrições de viagens e a falta de auxílio do governo do Chile para o setor de transporte aéreo. Mais informações no portal www.aero-naves.com. 

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