Gol lucra com alta produtividade e redução de custos

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A Gol fechou o ano de 2002 com lucro líquido de R$ 3.980 milhões e é um dos raros casos na aviação comercial civil a registrar lucro em seu segundo ano de atuação, mesmo se forem levadas em conta outras companhias do mundo. O bom resultado foi obtido graças a uma leve estrutura de custos, à eficiência e ao crescimento operacional da companhia. A Gol transportou mais de 4,8 milhões de passageiros em 2002, o que representou uma expansão de 174% em relação ao ano anterior e a participação no mercado subiu de 8,5% em 2001 para 17,17% no ano passado. A eficiência operacional pode ser medida pelo seu índice de aproveitamento (load factor) que em 2002 registrou 62% de ocupação, superior aos 57% médios da indústria brasileira, de acordo com dados do Departamento de Aviação Civil (DAC). Os baixos custos da Gol foram peça-chave para a boa rentabilidade obtida no ano passado. Os custos médios da indústria por assento-quilômetro oferecido, indicador mais usado internacionalmente para a avaliação dos custos operacionais de uma empresa aérea, foram 45% superiores aos da Gol, de acordo com os dados do DAC. Para acompanhar o crescimento da frota e das operações, o quadro de pessoal da companhia também teve uma forte expansão subindo de 1,1 mil para cerca de 2 mil funcionários no ano passado. Foto: Paulo Berger

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